A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve, por unanimidade, a condenação de Vando Messias pelo ass4ssinato de Carlos Antonio Brixi, mort0 a facadas em janeiro de 2025, em Itanhangá. O réu seguirá condenado a 6 anos, 3 meses e 28 dias de prisão em regime semiaberto.
Segundo o processo, Vando recebeu R$ 100 de bolivianos para comprar maconha, mas utilizou o dinheiro para consumir crack. Sob efeito da droga, ele alegou ter se sentido ame4çado pela vítima e pelos estrangeiros envolvidos, iniciando o ataque com diversos golpes de f4ca.
O laudo apontou perfurações profundas no tórax e abdômen, atingindo órgãos vitais como pulmão, fígado e baço. O relator do caso, desembargador Gilberto Giraldelli, destacou a violência do crime e afirmou que o homicídio ocorreu em um cenário de descontrole emocional agravado pelo uso de crack.
A defesa pediu redução da pena alegando que o réu era primário e confessou o crime, mas o pedido foi negado. O magistrado considerou a condenação proporcional à brutalid4de do assassin4to.