A Secretaria De saúde, aqui de Itanhangá, que “Janeiro Roxo” é o mês de conscientização da Hanseníase, pois ainda se faz necessário falar sobre uma doença que carrega tanto estigma, desinformação e complexidade no diagnóstico.

Além disso, existe desinteresse e negligência histórica às pessoas acometidas pela hanseníase, principalmente por serem indivíduos em situação de vulnerabilidade social, que enfrentam opressões cotidianamente. Nesse contexto é que a saúde se faz uma justiça a se lutar para conquistar como um bem-estar global.

Promover o diálogo sobre a hanseníase, ajuda a fazer com que toda a comunidade esteja envolvida nessa luta também.

É importante lembrar que:

O Brasil ocupa a segunda posição no ranking mundial da hanseníase. A cada ano, são diagnosticados cerca de 30 mil novos casos.

Prevenção

Uma das maneiras de prevenção é o diagnóstico precoce aliado ao tratamento e à investigação das pessoas que convivem ou conviveram com pacientes acometidos pela hanseníase. Dessa forma, a cadeia de transmissão pode ser interrompida.

O diagnóstico pode ser feito através de um exame geral e dermatoneurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade disponibilizado gratuitamente nas unidades básicas de saúde pelo SUS.

Alguns sintomas da hanseníase são:

  1. Manchas brancas ou avermelhadas
  2. Perda de Sensibilidade na área afetada
  3. Dormência nas mãos e nos pés.

O Tratamento é gratuito e disponível em todas as Unidades básicas de saúde do Brasil e após iniciar o tratamento, o paciente não transmite mais a hanseníase!