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‘Vamos jogar óleo quente na sua cara’: mãe de Bruna Biancardi foi ameaçada durante assalto

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A mãe da influenciadora Bruna Biancardi foi ameaçada com óleo quente e uma arma de fogo por suspeitos durante o assalto à residência da família em Cotia, na Grande São Paulo, ocorrido nesta terça-feira (7), segundo a delegada Mônica Resende Gamboa, responsável pela investigação.

Três homens invadiram a casa da esposa do jogador Neymar, localizada em um condomínio de alto padrão na Granja Viana. Durante a ação, os pais de Bruna, de 50 e 52 anos, estavam no imóvel e foram amarrados.

O pai da influenciadora foi rendido por um dos suspeitos e obrigado a deitar no colchão com o rosto virado para baixo. Enquanto isso, a mãe foi levada para a cozinha, onde teve um revólver apontado para a cabeça e as costelas. “Nós vamos jogar óleo quente na sua cara”, ainda a ameaçaram.

Após o assalto, o casal foi deixado amarrado com “enforca-gato”. O homem conseguiu se desvencilhar e, na sequência, desamarrou a esposa, de acordo com a delegada. Eles então correram para pedir ajuda na portaria do condomínio, onde funcionários da segurança ligaram para a Guarda Civil Municipal.

Apesar do susto, o casal não ficou ferido. A Polícia Civil também solicitou exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal para as vítimas.

O crime foi premeditado

Há pelo menos três dias os suspeitos estavam arquitetando o roubo à residência da família Biancardi, segundo as primeiras informações da Delegacia Central de Cotia. O trio sabia quem eram os donos do imóvel e monitorava as atividades de Bruna através de suas redes sociais.

A delegada Mônica Gamboa afirmou que eles também tinham a informação de que Mavie, filha do casal, recebeu algumas joias após o nascimento. Por isso, teriam decidido invadir a casa.

Os suspeitos entraram na casa por uma das janelas da lavanderia que estava aberta. Como o condomínio é fechado, não existem portões nos imóveis, o que facilita a ação criminosa. A Polícia Civil ainda aguarda o trabalho da perícia para concluir se alguma porta foi arrombada.

Logo após renderem os sogros de Neymar, os criminosos perguntaram sobre o paradeiro das joias e das bolsas da influenciadora, enquanto os ameaçavam.

No total, o trio levou as joias da bebê, a aliança do casal, relógios da mãe de Bruna e bolsas da influenciadora e de sua irmã. A polícia estima que o prejuízo da família tenha sido de R$ 500 mil a R$ 600 mil.

Mentor do crime

Nesta terça-feira, o homem considerado mentor do crime foi preso em flagrante pela Guarda Civil Municipal. O suspeito, de 19 anos, morava no condomínio na casa da mãe e do padastro, localizada a cerca de 300 metros do imóvel das vítimas.

Esse não é o primeiro crime que o jovem cometeu. No ano passado, ele foi preso aos 18 anos por tráfico de drogas e ainda estaria envolvido em outros roubos.

Suspeito, morador do condomínio, foi flagrado por câmera

Suspeito, morador do condomínio, foi flagrado por câmera

REPRODUÇÃO/RECORD

A delegada também explicou que ele facilitou a entrada dos dois amigos para a prática do assalto. Eles entraram no condomínio em um carro e se dirigiram até a residência de Bruna.

Depois do crime, os três deixaram o condomínio com as joias, e posteriormente o jovem voltou sozinho para a casa da mãe no mesmo veículo. Toda a ação foi registrada pelas câmeras de segurança da portaria.

Quando o rapaz estava saindo mais uma vez do condomínio para fazer o rateio dos objetos roubados e pegar uma corrida por aplicativo, ele foi detido. A delegada ainda vai solicitar a conversão da prisão em preventiva ao Tribunal de Justiça, nesta quarta-feira (8).

Os outros envolvidos no assalto já foram identificados pela polícia e são conhecidos como “Urso” e “Europa”. Agora, a polícia trabalha para localizá-los.

Falta de energia facilitou a ação

Os pais de Bruna estavam em um sítio no interior de São Paulo e voltaram para casa, na Granja Viana, no domingo (5), por causa da falta de energia e dos alimentos que estavam armazenados na geladeira, que corriam o risco de estragar.

“Eles entraram na casa para roubar, se aproveitando da falta de energia elétrica na região.  Estamos sem energia há aproximadamente 50 horas, e nesse ínterim muitas coisas têm aumentado, inclusive o número de crimes contra o patrimônio”, explica Mônica Gamboa.

Para a delegada, os suspeitos pensaram que as câmeras de segurança não estariam funcionando em razão do apagão de luz que a cidade sofre.

“Eu acredito que eles confiaram nessa falta de monitoramento. De fato, as residências, inclusive a do casal, não estavam com o circuito funcionando, mas o circuito da portaria estava, porque tem outra sistemática — tem o nobreak”, complementa a delegada.

Fonte: R7

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