Terceira tentativa de rapto de criança faz CGCO entrar nos casos

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Após surgir o terceiro caso de suposto sequestro de criança na Grande Cuiabá, a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Judiciária Civil passa a acompanhar as denúncias.

Uma equipe da GCCO foi, ontem, até à casa de uma morada do bairro Jardim União, em Várzea Grande, que teria acionado a Polícia Militar no domingo (16) devido a uma tentativa de rapto contra o filho dela.

A mulher contou que estava em frente a sua residência, na calçada com o filho de três anos quando uma desconhecida de pele e cabelos claros, aparentando ter entre 35 e 40 anos, passou pela rua onde mora dentro de um veículo Celta, preto, no banco do passageiro. O conduto seria um homem, também desconhecido.

O carro parou em frente da residência da mulher e do filho a desconhecida então desceu do veículo e foi em direção da criança. Assustada, a mãe puxou a criança e entrou na casa e poucos minutos a desconhecida voltou para o carro e foi embora. Mesmo com o relato aos policiais que fizeram buscas pela região sem encontrar suspeitos, não houve registro de Boletim de Ocorrências.

O delegado titular da GCCO, Diogo Santana Souza, informou que a equipe foi a casa da senhora que alegou estar muito abalada e por conta disso não se lembrava de detalhes do ocorrido. O delegado então intimou a mãe da criança para comparecer a delegacia para caso tenha condições proceda ao registro do B.O.

Diogo Souza lembra que é dever da polícia dar crédito a todas as ocorrências e investigar os boletins registrados. Destaca ainda que no decorrer da investigação se for verificado que não houve o crime denunciado, o comunicante pode responder a processo criminal.

“Os crimes cometidos são comunicação falsa de crime e falsidade ideológica. Mas a princípio damos credibilidade para o comunicador se lá na frente for verificado se tratar de uma mentira tomamos as medidas cabíveis”, reforça.

“Dos três casos que surgiram na mídia apenas um foi registrado o BO”, explica Souza.

Fonte: Gazeta Digital