Policiais militares são presos suspeitos de terem executado empresário

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Crédito: Divulgação

A Polícia Civil prendeu dois policiais militares, que não tiveram o nome divulgado, na manhã desta quarta-feira (20) suspeitos de terem envolvimento no assassinato de Gilberto de Oliveira Couto, conhecido como Beto Caça e Pesca em Guarantã do Norte. Segundo a polícia, os agentes atuavam no município de Sinop.

De acordo com informações repassadas, outros mandados de busca e apreensão também foram cumpridos na manhã de ontem,20/10. Os policiais militares foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil para prestarem depoimento.

Eles são os executores. São os que apertaram o gatilho e estavam num VW Virtus cinza (no dia do crime).

Em julho, o tenente-coronel e comandante do 15º Comando Regional da Polícia Militar de Peixoto de Azevedo, James Jacio Ferreira pediu afastamento de um dos policiais suspeito de participação na execução do empresário

No mesmo mês, a Polícia Civil cumpriu mandados de buscas e apreensões na residência de dois policiais militares que estão na atavia e lotados, em Matupá. Os celulares dos militares foram apreendidos e encaminhados a perícia técnica em Cuiabá. Para não atrapalhar as investigações o delegado não divulgou as identidades dos policiais.

Já em junho, três homens também foram presos em uma fazenda durante cumprimento de mandados de buscas e apreensão, na região de Novo Mundo, suspeitos de envolvimento na morte do empresário. Foram apreendidas diversas munições, um aparelho celular, um revólver calibre 38 e um aparelho que armazena imagens das câmeras da fazenda. Eles pagaram fiança e já foram liberados.

Também são acusados de participação na morte de Couto, o filho dele, a ex-esposa e o namorado dela. Eles chegaram a ser presos, mas conseguiram habeas corpus e foram soltos dias depois.

Crime

O crime ocorreu na manhã do dia 25 de maio quando o empresário foi alvejado por aproximadamente quatro disparos em frente a sua residência no bairro Jardim Vitória em Guarantã do Norte. O corpo da vítima apresentava ferimentos de arma de fogo nas costas e cabeça e estava há aproximadamente quatro metros da sua motocicleta que também estava caída.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Polícia Civil iniciou as diligências para apurar o homicídio e identificar os envolvidos no crime. Durante as investigações, várias testemunhas foram ouvidas e todas apresentaram as mesmas versões, identificando os suspeitos como mandantes do crime.

O desembargador da Terceira Câmara de Direito Privado, Dirceu dos Santos, concedeu liminar e mandou bloquear bens avaliados em R$ 20 milhões (duas fazendas, gado, caminhonete e outros) que eram disputados por Gilberto e a ex-mulher.

Fonte: Redação/ Hiper Noticias

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