Polícia faz operação e prende envolvidos com tráfico e outros crimes em 14 cidades em MT

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Crédito: Policia Civil-MT

A ‘Operação PC Impacto’, que tem como objetivo estrangular as lideranças de organizações criminosas atuantes em Cuiabá, Várzea Grande e outras 22 cidades de Mato Grosso, prendeu 25 pessoas e cumpriu 79 mandados judiciais de busca e apreensão nesta terça-feira (08) pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). A operação tem como objetivo desarticular a organização criminosa que tem ramificação em em 22 cidades do Estado.

Todos os principais alvos foram presos. Foram apreendidos uma alta quantidade de droga, dinheiro e armas, incluindo um fuzil.

Foram alvos de mandados de prisão Sandro da Silva Rabelo (Sandro Louco); Jonas Souza Gonçalves Júnior (Batman); Fabio Aparecido Marques do Nascimento (Lacoste); Renildo Silva Rios (Chapa); Edvaldo Ricardo de Souza Almeida (Rick); Wambastther Ollion Bispo Moreira; Maikon Jonatas Amaral Costa (Zé Pequeno); Filipe Antonio Bruschi (Boneco); Pedro Cezar de Jesus (Azulão); Jeferson Andrade Viana (Soberano); Silvana Pereira Nascimento (Estrela); Gilson Mariano Dantas (Chorão); Lauro Alves Machado; Alan Gustavo Fretas Fagundes (Bebê); Adenilson Nascimento (Red Bull); Vithor Hugo Dragoni Duarte (Dragoni); Geander da Veiga (Geandro); Eberson Fortunato Rafael (Bingo); Sérgio Borges de Oliveira (Lacostinha); Diego Rodrigues dos Santos (Tangarazinho); Miullen Ribeiro Pires (Luna); Juliano de Souza Oliveira (Gordão); Nayara Dorneles; e Debora Varela de Jesus.

A operação identificou as principais lideranças do tráfico de drogas em cada uma das cidades investigadas, os vínculos e os níveis de atuações de cada integrante.

Dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) foram cumpridos 11 mandados de prisões preventivas de alvos que já estavam presos. Os “chefões” comandavam o esquema de trafico de drogas de dentro dos presídios. Os ‘soldados’ eram responsáveis pela distribuição do entorpecente e garantir que o material chegasse até aos municípios explorados por eles.

Um contador também foi preso acusado de fazer a contabilidade a serviços desses líderes que comandam a organização.

Ao longo das investigações, os agentes puderam identificar o papel de cada investigado no esquema, desde aquele que mais se beneficiava das atividades criminosa, como os de menor poder aquisitivo, chamados “boqueiros”. Prisões em flagrantes foram realizadas durante o cumprimento dos mandados judiciais.

A organização cometia ainda outros crimes em beneficio do grupo, como roubos, furtos, receptação e outros, mas a principal fonte de renda e enriquecimento da organização era o tráfico de drogas. Foi apreendida uma grande quantidade de drogas, dinheiro, munições e armas. Em alta Floresta foi apreendido um fuzil, localizado na residência de um dos alvos da operação.

Os trabalhos de investigação ainda estão em fase inicial e devem continuar em execução. Mais de 350 policiais participaram dos trabalhos. As ordens judiciais, expedidas pela 7º Vara Criminal de Capital, são cumpridas nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Colíder, Sinop, Alta Floresta, Nova Monte Verde, Peixoto de Azevedo, Planalto da Serra, Campo Verde, Primavera do Leste, Guarantã do Norte, Itaúba, Sorriso, Matupá, Terra Nova do Norte, Paranaíta, Campo Novo dos Parecis, Vera, Cláudia, Nova Santa Helena, Cáceres e Rondonópolis.

Fonte: Redação/Folha Max

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