Lei proíbe uso em ambiente fechado de cigarros eletrônicos

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Crédito: Divulgação

O uso de cigarros eletrônicos cresce entre os jovens nos últimos tempos e, por virem disfarçados com embalagens coloridas e pelo aroma diferenciado, as pessoas estão usando o dispositivo até dentro de estabelecimentos fechados. No entanto, o uso de produtos fumígeno são proibidos em recintos coletivos.

Diante do crescimento descontrolado do uso dos dispositivos em bares e restaurantes de Mato Grosso, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MT) informou esta semana, que estará encaminhando uma orientação para todos os empresários que comuniquem em seus ambientes a proibição.

Publicada em dezembro de 2011, a lei nº 12.546 proibindo o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo fechado, privado ou público, em todo país.

De acordo com a presidente da associação, Lorena Bezerra, a proibição do uso dos cigarros eletrônicos em ambientes públicos e privados é uma questão de bem-estar público.

“A Abrasel orienta que os restaurantes comuniquem em seus ambientes que é proibido o uso de cigarros, inclusive o eletrônico. Isso é uma questão de bem-estar público”, defendeu.

Em entrevista, o empresário Carlos Eduardo Mendes Oliveira, proprietário de um bar localizado na Praça Popular, afirmou que existe sim, esse desrespeito por parte da população, mas garantiu que em seu estabelecimento já foi destinado um espaço específico para os fumantes.

“Apesar de ser proibido as pessoas acham que por não ter cheiro, não incomoda. Até uns meses atrás, era proibido o uso, mas como os outros estabelecimentos começaram a liberar, aderimos também, mas destinamos um espaço específico para isso aqui no Ditado”, declarou.

Modinha é pior que cigarro comum

Para o pneumologista Clóvis Botelho, o uso de cigarros eletrônicos é o ‘conto do vigário’.

“Os vapers surgiram pela própria indústria do tabaco, ao ver que o consumo de cigarro estava diminuindo no mundo. Fizeram propaganda, falando que era bom para quem queria parar de fumar, mas não é. É tão ruim quanto o cigarro”, afirma.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) não são seguros e possuem substâncias tóxicas além da nicotina. Portanto, podem causar doenças respiratórias, como enfisema pulmonar, doenças cardiovasculares e câncer.

Fonte: Repórter MT

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