Itanhangá: Secretaria de Saúde em parceria com escolas realiza palestra sobre “Setembro Amarelo”, mês de prevenção ao suicido

Crédito: Sebastião Rodrigues

Psicólogos da secretaria de Saúde, Educação e do Cras de Itanhangá, realizaram nesta manhã do dia 15/09, uma palestra para os alunos das unidades escolares do distrito de Vila Simione, salas anexas da Escola Bromildo e Escola Municipal Continho do Saber, as psicólogas Pâmela, Alaine, Cristina e Yara, discorreram sobre o setembro amarelo enfatizando a necessidade da prevenção contra o suicídio, um problema preocupante que afeta principalmente as crianças e jovens no brasil e no mundo. O suicídio é um importante problema de saúde pública, com impactos na sociedade como um todo.

As psicólogas orientam que todos nós devemos atuar ativamente na conscientização da importância que a vida tem e ajudar na prevenção do suicídio, tema que ainda é visto como tabu. É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise busquem ajuda e entendam que a vida sempre vai ser a melhor escolha.

Quando uma pessoa decide terminar com a sua vida, os seus pensamentos, sentimentos e ações apresentam-se muito restritivos, ou seja, ela pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. Essas pessoas pensam rigidamente pela distorção que o sofrimento emocional impõe.

Se informar para aprender e ajudar o próximo é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave. É muito importante que as pessoas próximas saibam identificar que alguém está pensando em se matar e a ajude, tendo uma escuta ativa e sem julgamentos, mostrar que está disponível para ajudar e demonstrar empatia, mas principalmente levando-a ao médico psiquiatra, que vai saber como manejar a situação e salvar esse paciente.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde – OMS, todos os anos, mais pessoas morrem de suicídio do que HIV, malária ou câncer de mama – ou guerras e homicídios.
Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa e morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal. Trata-se de um fenômeno complexo, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, sexos, culturas, classes sociais e idades.

Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro de 2022, entre 2016 e 2021 houve um aumento de 49,3% nas taxas de mortalidade de adolescentes de 15 a 19 anos, chegando a 6,6 por 100 mil, e de 45% entre adolescentes de 10 a 14 anos, chegando a 1,33 por 100 mil.

As taxas variam entre países, regiões e entre homens e mulheres. No Brasil, 12,6% por cada 100 mil homens em comparação com 5,4% por cada 100 mil mulheres, morrem devido ao suicídio. As taxas entre os homens são geralmente mais altas em países de alta renda (16,6% por 100 mil). Para as mulheres, as taxas de suicídio mais altas são encontradas em países de baixa-média renda (7,1% por 100 mil).

Autor: Sebastião Rodrigues

Autor: ITA Notícias

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