Em um evento internacional de proporções inéditas desde a Guerra Fria na América Latina, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças americanas capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, após uma ampla operação militar no país sul-americano na madrugada deste sábado (3).
Segundo Trump, a ação envolveu bombardeios e um “ataque de grande escala” em Caracas e outras regiões, e culminou com a detenção e retirada de Maduro e da primeira-dama venezuelana do território venezuelano.
Detalhes da operação
De acordo com relatos oficiais dos EUA:
De acordo com relatos oficiais dos EUA:
- A operação ocorreu nas primeiras horas da manhã com explosões ouvidas em Caracas, indicando ataques a posições militares e pontes estratégicas.
- Trump afirmou que Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país, embora autoridades americanas ainda não tenham divulgado detalhes oficiais sobre o destino ou o local onde o líder venezuelano se encontra.
- A ação faz parte de uma campanha que, nos últimos meses, já envolveu pressão militar dos EUA no Caribe e ataques a embarcações suspeitas de tráfico, como parte de um esforço maior contra narcotráfico e terrorismo.
Reações na Venezuela
- O governo venezuelano declarou a operação como “agressão armada” e uma violação da soberania nacional, relatando a mobilização de tropas para resistir a qualquer tentativa de presença estrangeira em seu território.
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, exigiu prova de vida de Maduro e da esposa, afirmando que o governo local ainda não teve confirmação oficial sobre o paradeiro do casal.
Além disso, foi declarado estado de emergência nacional, com convocação de mobilização popular para enfrentar o que o governo descreveu como ataque imperialista.
Repercussão internacional
A operação desencadeou uma onda de reações no cenário global:
- Rússia e Cuba condenaram o ataque como um ato de agressão e instado por soluções pacíficas e respeito à soberania.
- Países europeus, como Espanha, Alemanha e Itália, pediram moderação e respeito ao direito internacional, destacando a necessidade de evitar escaladas.
- Colômbia demonstrou preocupação com os riscos à população civil e pediu que medidas unilaterais fossem evitadas.
Contexto da crise
A relação entre Washington e Caracas vinha se deteriorando há anos, marcada por acusações mútuas de autoritarismo, corrupção e envolvimento com narcotráfico.
- Em 2025, os EUA chegaram a oferecer uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro, enquadrando-o em operações contra organizações criminosas internacionais.