Cientistas descobrem alimento que é capaz de reverter a diabetes

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Pesquisas recentes apontam que a amêndoa, um alimento comum na alimentação diária, pode ajudar a reverter quadros de pré-diabetes, condição que antecede o diabetes tipo 2 e afeta milhões de pessoas no mundo. Estudos internacionais indicam que o consumo controlado do alimento, aliado a hábitos saudáveis, pode melhorar significativamente a regulação da glicose no sangue.
Apesar do nome, o pré-diabetes não é uma condição inofensiva. Segundo o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, a condição aumenta significativamente o risco de desenvolver diabetes tipo 2, além de doenças cardiovasculares e AVC.
A condição ocorre quando o organismo passa a responder mal à insulina — hormônio responsável por permitir a entrada da glicose nas células — levando ao aumento progressivo do açúcar no sangue.
O papel das amêndoas na regulação da glicose
Pesquisadores vêm investigando, há mais de uma década, como as amêndoas podem auxiliar no controle glicêmico. Um dos estudos mais recentes revelou que consumir pequenas porções de amêndoas antes das refeições, ao longo de três meses, levou 25% dos participantes com pré-diabetes a retornarem a níveis normais de glicose no sangue.
Cientistas envolvidos na pesquisa classificaram o resultado como “o santo graal da medicina”, por representar uma reversão efetiva da condição sem o uso de medicamentos.
Outro estudo, realizado com adultos asiáticos com pré-diabetes, mostrou que a ingestão de 20 gramas de amêndoas antes do café da manhã, almoço e jantar reduziu não apenas a glicemia, mas também peso corporal, IMC, colesterol total e LDL (colesterol ruim).
Benefícios além do público de risco
Os efeitos positivos não se restringem a quem já apresenta alterações glicêmicas. Pesquisas indicam que consumir amêndoas após refeições ricas em carboidratos pode reduzir picos de glicose e insulina, mesmo em pessoas sem diagnóstico de pré-diabetes.
Em alguns experimentos, refeições acompanhadas por amêndoas apresentaram impacto glicêmico significativamente menor quando comparadas a refeições sem o alimento.

Autor: Diario do Comercio

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